Sobre

Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofonia – RACS

 

Estatutos

Apresentação (disponível brevemente)

 

Missão

Criada a 1 de setembro de 2016, a Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofonia – RACS tem como missão promover a formação e a cooperação científica na área das ciências da saúde entre instituições do ensino superior  e centros de investigação de países e comunidades de língua portuguesa.

 

Fins e Objetivos

A RACS tem como fins:

  1. O intercâmbio e o desenvolvimento da cooperação internacional lusófona no âmbito do ensino, da investigação, do desenvolvimento e da inovação das ciências da saúde;
  2. A mobilidade académica internacional no âmbito das ciências da saúde no mundo lusófono;
  3. A promoção e facilitação das relações bilaterais e multilaterais entre instituições de ensino superior e de investigação no âmbito das ciências da saúde;
  4. A difusão internacional da produção científica em ciências da saúde;
  5. A formação ao longo da vida no âmbito das ciências da saúde.


Objetivos
da RACS:

  1. Promover a cooperação entre Instituições de Ensino Superior e de Investigação (IESI) que ministram formação no âmbito das ciências da saúde;
  2. Dinamizar e fortalecer a cooperação internacional no contexto da investigação, desenvolvimento e inovação;
  3. Elaborar e implementar, de forma integrada e participativa, Planos de Ação conjuntos;
  4. Trabalhar para a mobilização de recursos financeiros junto dos respetivos governos, organismos e agências bilaterais e multilaterais de cooperação, entre outros;
  5. Apoiar a realização de eventos de caráter académico, científicos e outros de interesse cultural;
  6. Contribuir para a promoção e difusão da produção científica em ciências da saúde;
  7. Apoiar a criação e a promoção de um espaço lusófono de capacitação de recursos humanos em saúde contribuindo para uma melhor qualidade de vida das populações;
  8. Reforçar a cooperação internacional entre instituições de ensino e de investigação e as instituições prestadoras de serviços de saúde;
  9. Criar e dinamizar uma plataforma internacional de partilha de conhecimentos, práticas e valores no âmbito da prestação de serviços e de cuidados de saúde entre instituições cooperantes;
  10. Reforçar o contributo do ensino superior, do ensino profissional e da investigação no processo de inovação em saúde no plano internacional;
  11. Promover a interculturalidade no espaço lusófono em torno do conceito de saúde e contribuir para o desenvolvimento de programas de ação no domínio da aprendizagem ao longo da vida;
  12. Fomentar a cooperação internacional na formação em saúde e maximizar o contributo do ensino e da investigação para as economias e sociedades;
  13. Promover o reconhecimento internacional das qualificações e competências dos recursos humanos da saúde.